Quase me deito e quase sono
O quase que se apoderou de mim
Há quanto tempo não parava assim
Deste lado da fronteira
A olhar o rio
Tudo parece um desmaio
E só o sopro da brisa, ligeira
Que se passeia no meu ouvido
Ou uma outra gota. De água.
Que se solta no embate de uma pedra
E me salpica o rosto cansado
Contemplativo
De tudo o que não faz frente
E que eu quase esqueço
Quase sono
O quase que se apoderou de mim
Há quanto tempo não parava assim
Deste lado da fronteira
A olhar o rio
Tudo parece um desmaio
E só o sopro da brisa, ligeira
Que se passeia no meu ouvido
Ou uma outra gota. De água.
Que se solta no embate de uma pedra
E me salpica o rosto cansado
Contemplativo
De tudo o que não faz frente
E que eu quase esqueço
Quase sono