Sexta-feira, Dezembro 12, 2008

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might be coming back to me

who knows


whatever ever land

Sexta-feira, Outubro 05, 2007

ahloa



Tenho o discurso interrompido
por uma grande paixão
Por um vento que me levou as palavras
e se recusa a soprar-me ao ouvido
Que me traz tão dedicada e devota
Aos dizeres do meu coração

Já me esqueci das sirenes
que de vez em quando passam por aqui
Das saudades que deixo
porque já não sei pensar em mais nada
E não tenho pressa de ver o sol a nascer
porque me deito a teu lado
todas as noites
sentido aquela paz
E não me interrompo.
Sei que estou acordada.
E é assim que devo continuar a viver.
.
.
Báh
Ah
.

tenho o nariz entupido
Uma doença que se fez crescer
e anda assim a trás de mim
Nem sempre respiro da melhor forma
Não tenho as receitas
do saber fazer bem

estou quase a quebrar
A encostar-me
Ao meu corpo já dormente.

Segunda-feira, Maio 07, 2007

,




já sinto a dor nas minhas veias

de mansinho. apertando-me o peito

como num grito de agonia

que não se consegue calar

sinto os sapatos apertados

e uma ânsia de correr

descalça. pela areia.

prender a boca entre os dentes

e deixar-me levar pelo mar


estou deitada. mas podia estar de pé.

não me venço neste vazio.

sinto as gotas de sal

esquecidas numa almofada

e a saudade

que se afoga nos meus olhos



Perdi a noção do tempo

Quarta-feira, Abril 25, 2007

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i'm the kind of bitch that u wanna get with - Peaches



"
no soy dueña de nada
mucho menos podería serlo de alguien.
No debrías temer
cuando estrangulo tu sexo,
no pienso darte hijos ni anillos ni promesas.


Toda la tierra que tengo la llevo en los zapatos.
Mi casa es este cuerpo que parece una mujer,
no necesito más paredes y adentro tengo
mucho espacio:
ese desierto negro que tanto te assusta. "


.miriam reyes, in bela adormecida






se ao menos tudo fosse

igual a ti
transparente.

Domingo, Abril 22, 2007

tão tão


estou tão cansada!

Domingo, Abril 15, 2007

.(schhh)








tenho pena de estar assim
parada no tempo á espera
de uma luz que até podia chegar
da janela.
Mal aguento as dores nos pés
antes o meu coração! que já está habituado
e sabe fazer mais coisas
para se aliviar
para se deixar. de ser tudo isto
e saber dormir. mesmo que mais tarde que o normal
ou fora de horas. em dias distantes
Não me importo já.
só me preocupam os meus pés
e esta dor. que me aperta contra o colchão
e me faz sentir tão vazia


(ok, I must be drunk. Pffffft)

Terça-feira, Abril 10, 2007

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trago a sombra da palavra morta. em mim
o cheiro da terra molhada
e o medo. o medo. de sentir tudo isto outra vez
de não ter o que dizer e ser tão pouco
o ruído cá dentro
reunir-me numa estrofe
e ficar-me por aí. parada
deixada ao acaso no rebordo de um copo
flutuando de olhos abertos
como se tratasse da minha sede. insatisfeita
já esquecida de ti
desses olhos tristes, rasgados
por um silêncio que conheço tão bem
por um beijo que tarda em chegar
feito refém no meu peito
na sombra
apoiada nos meus joelhos
cansada desta noite. e de todas as outras
que estão para vir